
O ambiente regulatório da infraestrutura brasileira passa por uma fase decisiva de amadurecimento institucional. O setor deverá concentrar, em 2026, alguns dos maiores leilões da história recente nos segmentos de transportes, saneamento, mobilidade urbana, energia, portos, aeroportos, infraestrutura social e ativos digitais.
A expectativa do mercado é de continuidade do crescimento das PPPs e concessões, impulsionado pela limitação fiscal dos entes públicos e pelo fortalecimento da participação privada nos investimentos estruturantes.
Ao mesmo tempo, o setor enfrenta um conjunto de desafios complexos:
Crescimento da litigiosidade e dos pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro;
Insegurança jurídica decorrente da transição para a reforma tributária;
Necessidade de modernização das
matrizes de risco;
Pressão crescente por metas ESG e
adaptação climática;
Judicialização envolvendo licenciamento ambiental e mudanças regulatórias;
Necessidade de atualização dos contratos frente às transformações tecnológicas;
Ampliação do papel dos órgãos de controle.
O LEGAL INFRA SUMMIT 2026 reunirá líderes do setor público e privado, reguladores, investidores, concessionárias, escritórios jurídicos, consultorias, agências reguladoras, tribunais de contas, financiadores e especialistas para debater os principais desafios jurídicos, regulatórios e institucionais que moldarão o futuro da infraestrutura brasileira.
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR



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O ambiente regulatório brasileiro está mais maduro?
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Como equilibrar controle, previsibilidade e capacidade de investimento?
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O impacto das decisões dos tribunais de contas e do Judiciário;
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Os desafios da nova geração de contratos de concessão e PPP.
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Impactos sobre contratos vigentes;
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Modernização das matrizes de risco;
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Regras de compartilhamento de receitas;
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Mecanismos consensuais e soluções de conflitos;
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Segurança jurídica para investidores;
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Flexibilização contratual e governança regulatória.
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Judicialização crescente nos contratos de infraestrutura;
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Metodologias para cálculo de reequilíbrio;
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Eventos climáticos extremos e alocação de riscos;
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Revisões extraordinárias e consensualismo;
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Arbitragem e dispute boards;
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Casos recentes e precedentes relevantes.
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Transição tributária e impactos nos fluxos financeiros;
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Tributação das SPEs;
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Créditos tributários e financiamento de projetos;
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Reequilíbrio tributário;
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Impactos setoriais em saneamento, transportes, energia e infraestrutura digital;
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Como a reforma pode alterar a atratividade dos projetos.
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Os impactos da nova legislação ambiental;
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Judicialização e insegurança regulatória;
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Responsabilidade ambiental do concessionário;
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Eventos extremos e infraestrutura resiliente;
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ESG como fator jurídico e financeiro;
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O equilíbrio entre celeridade e segurança jurídica.
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O papel dos órgãos de controle;
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Compliance regulatório e integridade;
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Transparência e prestação de contas;
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Gestão de crise e reputação;
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Governança contratual;
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Tendências para os próximos anos.
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